“Você não está aqui para receber, você está aqui para dar”
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Por quem você vive?
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
#OrePeloRio - Mobilização
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Deus abençoe o meu Rio de Janeiro
O maior pregador de todos os tempos

Dessa eu ri sozinho! rsrsrs
Retirado de Profetirando.
Banda Yunick, o "Restart Gospel"

Eles são coloridos, tocam baladas pop rock românticas e tem estilos semelhantes a bandas como Restart, Fresno ou NX-Zero. Assim é a banda Yunick formada em janeiro de 2009 que chega ao cenário gospel com uma proposta diferenciada. Com idades na casa dos 20 anos, eles têm cabelos bagunçados e chegaram a música gospel com CD “Deus está no controle”. “Somos coloridos porque nós gostamos e não simplesmente seguimos moda. Nossa música é uma uma tendência que veio da gringa e resolvemos levar o estilo pro gospel”.
Composta por Déh, Bruh, Thi e Lukee (grifo meu), os amigos e vizinhos, que são das igrejas Renascer, Assembleia de Deus, Casa da Rocha e Casa da Benção, em São Paulo, se juntaram para fazer um som. Os garotos aproveitaram o embalo para falar de relacionamentos e adotaram, estratégicamente, um visual emocore para dialogar com esta nova geração que é mais sensível e gostam de ver e sentir novas emoções. “Queremos mostrar que você pode adorar sem perder o estilo, mostrar que além do visual colorido, tatuagens e piercings o jovem tem essência e foco espiritual”, acrescenta o vocalista Déh.
De acordo com vocalista a banda faz muitos shows em escolas, festas e diversos tipos de eventos, não sendo uma banda somente de igreja. “Com o nosso estilo nós vamos abrindo portas e alcançando diversos públicos em vários lugares, sem ter o pensamento de que você é de um jeito e por isso não pode ir a tal igreja”.
De acordo com o vocalista, a banda faz questão de gravar em estúdios que gravam outras bandas famosas como NX Zero para não deixar a qualidade de lado. Isso resultou na indicação ao prêmio Melhores do Ano 2010 como banda ‘Novo Talento’.
No primeiro disco do Yunick, a moçada conta com a participação especial de outra banda, a Replace. Para o início de 2011 planeja um vídeo-clipe no clima de verão.
É o cóspeu convertendo todos os ritmos! ¬¬
Retirado de PavaBlog.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Músicas que me tocaram - IV - Entre Nós Outra Vez
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Universidade Mackenzie: Em defesa da liberdade de expressão religiosa
Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.
Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).
Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.
Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.
Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro, para ampla divulgação.
Retirado de Território 7
Olha pra Mim

Eu ia detonar com a tal música neste post, mas minha noiva disse ontem que eu estava ficando muito rabugento, usando o blog só para falar mal das coisas. Mudei de ideia. Fiz um rápido estudo bíblico para tentar tirar algo de proveitoso desse contexto, e creio que consegui. Podem ter certeza, meus queridos leitores: estarei fazendo o maior esforço para não falar mal da música.
Acho que todo mundo conhece a letra de "Olha pra Mim". O cantor - ou eu-lírico para os mais
Eu já sabia que Deus vê toda a terra e todos os homens, mas foi impactante ver Provérbios 15.3 dizendo que Deus observa atentamente os maus e os bons. Eu vou repetir: observa atentamente. OBSERVA ATENTAMENTE! Deus não está apenas te vendo; ele está olhando para você, seja você bom ou mau. É até difícil de acreditar: o Deus que governa o Universo e que é maior do que tudo o que há está prestando atenção em mim, me observando.
Se o autor de "Olha pra Mim" está tão desesperado por saber o que ele tem que fazer para que Deus olhe para ele, eu apresento Salmos 34.15, que diz: "Os olhos do Senhor voltam-se para os justos". Quer que Deus olhe para você? Seja justo! E aí eu me lembro que nós humanos não conseguimos ser justos, devido à iniquidade que temos em nós, mas a obra salvadora de Cristo torna justos aos olhos de Deus aqueles que se entregam a Cristo. Eu creio que o autor da música seja salvo. Alguém avise a ele que Deus já olha para ele faz tempo.
Para mim foi encorajador ler 2 Crônicas dizendo que Deus está olhando para nós para fortalecer aqueles que lhe dedicam totalmente o coração. E isso me fez lembrar que existem áreas do meu coração, da minha vida, que eu não dediquei totalmente a Deus. Eu não posso deixar nada em mim fora do controle de Cristo, e eu confesso que não é uma tarefa fácil para mim fazê-lo. Mas estou aprendendo.
Me senti constrangido quando li o salmista dizendo que os olhos dele estavam fitos no Senhor. Nada de ficar olhando para os lados, para os erros dos outros, para as tempestades que tentam abalar nossa fé. Olhar apenas para Deus, mirar nele e seguir em frente, sem dúvidas no coração. Olhar para os lados, só se for para estender a mão aos que estão caídos. Deus é o nosso alvo; temos que desejar olhar para ele. É por isso que pedimos a ele que cure nossa iniquidade, que nos impede de vê-lo. Perdoa-nos dos nossos pecados, ó Senhor, e nos limpa da impureza, para que possamos ver-te!
Eu não peço a Deus que olhe para mim, pois sei que ele me olha sempre e não vai seguir sem me perceber. Minha oração é para que ele me sonde o coração e prove os meus pensamentos; peço que ele veja se há em mim algum caminho mal e que me guie pelo caminho eterno.
Leia estes versículos: Pv 15.3; Sl 34.15; 2Cr 16.9a; Sl 141.8; Jr 16.17; Zc 4.10b; Hb 4.13; 1Pe 3.12; Sl 139.23,24.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Meu dia deveria ter 34 horas
"O tempo não para", já dizia a música, e nós corremos junto com ele. A vida moderna - ou pós-moderna, sei lá - nos impõe um ritmo louco, uma correria que não deixa a gente prestar atenção em muita coisa. Trabalhamos cada vez mais, já que a sociedade e o sistema exigem sempre mais de nós, mais lucro, mais disposição, mais produtividade, mais tempo.
Viva Mamom!

Ed Young Junior. Esse é o nome do pastor que causou grande rebuliço nas últimas semanas. Em um culto no dia 10/10/10 em sua igreja, a Segunda Igreja Batista de Houston, ele pede para que os membros informem seus dados bancários para que a igreja colete o dízimo direto da conta. Segundo ele, essa é a forma de os membros cumprirem com sua obrigação de dizimistas, uma ajuda àqueles que dizem não conseguir dar o dízimo.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Confissões de um Espectador
por Bráulia Ribeiro
Vejo, desde a infância, atores arrancando as calças com furor para se entregar a alguma paixão no corredor, no quarto, na sala no escritório – e levantando no dia seguinte batendo a mão na testa, arrependidos e nus na cama, ao lado da pior pessoa possível ou de um ilustre desconhecido. Internalizei que paixões são impossíveis de se resistir. Qualquer beijo mais quente me leva para a cama. Não considero consequências. Calcinhas e cuecas devem necessariamente voar para todos os lados se estamos mesmo apaixonados, e nada no meu instinto animal está sujeito a algum tipo de julgamento moral de qualquer espécie. Qualquer maneira de amor vale a pena.
Sei também que uma família pobre feliz só pensa que é feliz porque ainda não lhe foi revelada a verdadeira origem do filho. Ele será filho de outra mulher que não a mãe, ou de outro homem que não o suposto pai, mas será herdeiro de uma grande fortuna, porque verdadeira felicidade só existe onde há dinheiro. Nesta nossa terra-padrão-global a pobreza é um mal intrínseco a ser extipado a qualquer preço. Vale tudo para escapar dela: ser gigolô, tornar-se prostituta, achar dinheiro e não devolver, matar – afinal, tudo não são coisas inerentemente ruins, basta ter um bom coração, apesar de tudo. A maior realização na vida é tomar boa champanha e comer caviar. Este alvo supremo deve ser perseguido acima de todos os outros. Risadas e harmonia só existe onde há um carro novo na porta. Na vila das classes baixas, só há donas de casa frustradas gritando com seus maridos e jovens lindas em profunda depressão que fariam qualquer coisa por fama e fortuna. Neste mundo, não existe honra, só a celebridade; não há moral, só a lei do Gerson, aquela de levar vantagem em tudo.
Aprendi depois de muitas novenas em frente à TV que as esposas aparentemente boas e fiéis são uma categoria em quem não se pode confiar. Um dia, elas sempre vão revelar quem realmente são: pessoas sem-caráter e trapaceiras, interessadas somente no dinheiro do marido. Sexo satisfatório, só fora de casa. Ficar em casa num domingo e comer macarronada com os filhos e a sogra é absolutamente desprezível. Se eu quiser ser realmente feliz, preciso estar em algum motel, badalando numa festa ou dando gargalhadas de curvar a cabeça numa mesa de bar, cercada de gente brindando sei lá ao quê. A família (aquela coisa de pai, mãe e filhos) é lugar apenas de tristeza, frustração, traições e ódios mútuos. Conforto e prazer, só na rua.
O antigo ditado “beleza não põe mesa” foi substituído por “beleza é fundamental” em todas as idades, todas as profissões, para toda a vida. Ai da feia! O feio até se dá bem sendo bandido, mas a feia… Garotas de 15 anos já devem se preocupar com plásticas e economizar dinheiro para um dia fazê-la, da mesma forma que, antes, fazia-se poupança para a faculdade. Amantes e prostitutas, elas sim são pessoas decentes. Sacrificaram tudo na vida pela profissão, ou pelo cuidado ao amante. As donas de bordel são sempre boazinhas e boazudas. E, claro – portam a verdadeira moral, são a bondade personificada, ajudando os pobres, mantendo a família. É gente que ama sem esperar nada de um homem só, enquanto praticam suas boas obras com todos os homens.
Mulheres lindas e mal-amadas sempre dormirão com vários homens e até farão filhos redentores e messiânicos com alguns dos parceiros que já foram grandes amores. Mas seu destino cruel é nunca formar família; afinal, família é maldição de pobre.
Fui condicionada a esperar sempre que homens sejam infiéis compulsivamente, porque “homem é assim mesmo”. Mas serão sempre fiéis a uma só mulher em seu coração. Percebo que alguns podem amar mais de uma de um jeito confuso. Mas todos os homens são irresistivelmente fogosos, e nunca usarão camisas, só jeans abaixo do umbigo. As moças, por sua vez, também apenas no sentido platônico, manterão um certo amor como o principal - mas, quem pode resistir a tantos peitos musculosos e abdômenes de jacaré?
Bandidos não haverá, ou se houver, serão sempre punidos – a não ser, é claro, os de colarinhos brancos. Nisso a realidade imita a ficção, e vice-versa. Além disto, os bandidos são facilmente reconhecíveis. Dica: são feios. É fácil percebê-los no meio da multidão de caras lindas. Ah, e tem os pobres, também. Desconfie sempre deles; geralmente, vão roubar seus filhos, ser coniventes com crimes ou armar estratagemas para lhe destruir por vingança, tudo por conta do que seu tataravô fez com eles no tempo da imigração italiana.
O fundo musical deste mundo, é claro, vai variar bastante, mas só a cada seis meses. Durante este período, a repetição maciça será inevitável. Mas se você sentir saudade das letras, não se preocupe – o tema não vai variar nunca, só o que muda é o ritmo. O tema será sempre eternamente a celebração do sexo.
Será que um dia vamos enxergar o que a televisão faz conosco 24 horas por dia, sete dias por semana, a gente se vendo por aí: o mais completo genocídio moral? Tudo a ver. Viramos uma grande e promíscua aldeia global.
Retirado de Território 7.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Espere um pouco, um pouquinho mais...
Vou aproveitar esse pequeno recesso meu para dar uma repaginada no blog. Preciso fazer umas mudanças no layout. E, principalmente, vem vindo aí um banner personalizado para gente! Portanto, peço a paciência de meus amigos leitores que, já já, voltaremos às atividades normais.
Que a paz esteja com todos!







